segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Qual pode ser o nível?
Sim, eu estou contando.
Só que nem sei porque eu estou fazendo isso. Parece ser uma coisa sub-consciente.
Só que nem sei porque eu estou fazendo isso. Parece ser uma coisa sub-consciente.
Não quero pensar nela, não posso e não faz sentido. EU TENHO UMA VIDA.
Mas eu penso.
Não 24h, mas penso. Todos os dia.
Não tenho como não, mesmo porque eu já associei Travesseiro com Tchola.
Não tenho como não, mesmo porque eu já associei Travesseiro com Tchola.
Já associei a muitas coisas, mas no momento ela domina os meus minutos antes de dormir.
Nunca fiquei muitos dias sem vê-la. Mas é pouco tempo. É o tempo que eu deveria estar pegando para mim. Pra cuidar de mim.
Nunca fiquei muitos dias sem vê-la. Mas é pouco tempo. É o tempo que eu deveria estar pegando para mim. Pra cuidar de mim.
Mas o que eu posso fazer se ela me assombra? Se eu penso nela por reflexo? Se eu quero pensar nela? Se eu gosto de pensar nela?
Nada!
Nada!
Eu cultivei um fascínio que eu alimento de hora em hora.
O que me preocupa é até onde isso pode ir? Qual pode ser o nível? Como se mede isso?
Fazem apenas dois dias e, não, não estou sentindo falta alguma. Afinal nem deu tempo ainda, né.
Só que não tenho certeza se eu não estou, ou se estou me convencendo de que não estou.
Na minha cabeça, eu não posso sentir falta. Mas porque?
sábado, 15 de dezembro de 2012
Não minha, mas, toda minha.
não sei, mas tenho, sim, necessidade de mostrar esse sentimento obsessivo e assustador que eu tenho por nós.
Me fala...
Ontem senti uma coisa muito estranha enquanto estávamos juntas. Sentia você minha cada vez que me olhava com esses olhos de tigre. Toda vez que suas mãos caminhavam por minhas costas e meu cabelo e me puxavam pra mais perto de você, eu sentia essa coisa muito estranha. E essa coisa estranha vem acompanhada da minha admiração por sua beleza, sua sensualidade, sua ingenuidade e mistério. Mistério porque eu nunca sei o que se passa dentro dessa sua cabecinha. Ou dentro desse coração. Ou dentro desse corpo todo. E quando esse corpo ta com o meu, o que tanto ele sente que não ousa me falar? Não ousa me dizer que... Parece que tem medo de me confessar as coisas. E não aguenta essa confusão toda que acontece dentro da cabeça dele. Você tomou uma proporção muito maior do que eu apostava. Arrisquei laços em nome dessa coisa estranha que se aflorou ontem. E agora, você fica linda, deitada na minha cama, olhando pra mim, com uma cara de "me sinto bem com você, me sinto em casa". Me dá vontade de te morder, arrancar um pedaço, guardar na minha caixinha de lembrancinhas. Além de te guardar em mim. Muito mais do que parece ser. Muito mais.
Toma outro café da manhã comigo?
Toma outro café da manhã comigo?
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Comigo
Estou em casa a Três dias.
São três dia que eu não ponho o pé além do portão.
Não tenho um motivo certo, só não quero sair.
Não quero comer, não quero beber água. Não quero nem fumar.
Mas eu comi, eu bebi, eu fumei. Porque cheguei no meu limite.
Não tomei banho, em nenhum desses dias. E estou gostando do meu cheiro.
É o MEU cheiro. O de verdade, e não sei se vou tomar hoje. Só se essa coceira aumentar.
Acho que estou gostando. Minha solidão intencional.
Só que sempre tem aqueles pensamentos malditos que não me deixam em paz, afinal, tempo pra pensar é o que não me falta.
Um deles é achar que não faz diferença alguma, eu aqui ou eu lá fora.
Talvez seja bobagem pensar dessa forma, mas quantos vão vir até mim?
Talvez deva ficar aqui, no meu.
Falta, se existe, grita. E daqui eu ouço tudo.
São três dia que eu não ponho o pé além do portão.
Não tenho um motivo certo, só não quero sair.
Não quero comer, não quero beber água. Não quero nem fumar.
Mas eu comi, eu bebi, eu fumei. Porque cheguei no meu limite.
Não tomei banho, em nenhum desses dias. E estou gostando do meu cheiro.
É o MEU cheiro. O de verdade, e não sei se vou tomar hoje. Só se essa coceira aumentar.
Acho que estou gostando. Minha solidão intencional.
Só que sempre tem aqueles pensamentos malditos que não me deixam em paz, afinal, tempo pra pensar é o que não me falta.
Um deles é achar que não faz diferença alguma, eu aqui ou eu lá fora.
Talvez seja bobagem pensar dessa forma, mas quantos vão vir até mim?
Talvez deva ficar aqui, no meu.
Falta, se existe, grita. E daqui eu ouço tudo.
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