sábado, 14 de dezembro de 2013
Violão
Foi por querer, como uma adolescente, algo pra beijar e dizer coisas com a voz mais fina.
Se eu soubesse não faria diferente. Mesmo porque nada acabou.
Alguns, por momentos, diziam que era porque não tinha coisa melhor.
Concordo! Não tinha!
Se eu soubesse que iria acabar assim....
Queria viver as coisas que eu não sabia, e a escolhi, por falta de opção.
Não havia.
Nada! Nada antes. Nada pra medir. Nada pra saber.
E vi nela as coisas que eu não tinha. Não sabia. Não media.
Se eu soubesse....
Me vi uma imbecil, dizendo coisas na hora errada. Sentindo coisas sem nada pra motivar.
Foi como ser a onda que te pega de surpresa ao sair pra respirar depois de um longo mergulho.
Mas eu não sabia.
Se eu soubesse....
Em mim eu tinha tudo como lindo. E novo.
Talvez por não ser diferente, não fosse igualmente novo.
MAS PRA MIM ERA PERFEITO.
Se eu soubesse....
Era pequena e grande, como eu nunca pensei que pudesse achar lindo.
Sabia que em suas mãos me sentiria satisfeita. Pequenas mãos. Pequena grande satisfação.
Suas mão tocavam violão pra mim. Lindamente como as versões mais bonitas que eu escolhia no youtube.
Mas não era por isso.
Se eu soubesse....
Nunca me senti tão poetisa em toda minha vida. E eu sempre escrevi.
Normalmente escrevia pequenas histórias de amor baseadas em minha fúteis experiências de amor.
E eram como aquele filme: " Lisbela e o Prisioneiro", contadas de uma forma fofa de 'O mocinho e a Mocinha.'
Mas aquela inspiração era diferente. Era de quem sabia do que estava falando... de quem estava vivendo. E que é a mesma de agora.
Se eu soubesse....
Eu sempre estava bem, mesmo chorando horrores. Mesmo me olhando no espelho pela manhã sem achar meu rosto no meio de todo o inchaço.
E poque eu sofria?
Por causa da vida, que não da um trégua nem pro amor. Coisa de gente.
E era por isso!
Pela dor, pela paz, pelo ciume, pela rotina, pelo amor...Por sentir.
"Você amava tudo que ela te fez sentir".
O amor por sentir é o que move muitas coisas aqui dentro. Que aceita.
"E o que que a gente não faz por amor?"
Amo. E faço.
Nunca pensei que de minhas articulações bocais sairiam as tais. De forma que eu não me condenasse depois de sorrateiros minutos.
Se eu soubesse....
Foi sem querer que me deixei ser assim, tão louca.
Me desculpe por demorar tanto
Se eu soubesse não faria diferente. Mesmo porque nada acabou.
sábado, 7 de dezembro de 2013
que o amor bateu de frente cgm
estou bebada!!!!
depois de um brisa de maconha, eu ESTOU BEBADA!!!!!!
MAILA SOFRENDOOOO POR CAUSA DE UM CASO DO DANUBIO.
Ela esta sofrendo, vou dar uma volta com ela,
domingo, 24 de novembro de 2013
sábado, 23 de novembro de 2013
ela me faz sentir....
ela me fez sentir ciume... o que é o mais normal e mais fácil de lidar.
ela me faz sentir vontades.... o que me faz querer que ela esteja perto a qualquer custo.
ela me faz sentir soluços...que me fazem querer bebe-la, por essa sede enorme que me seca.
ela me faz sentir desejos... que me fazem querê-la nua todos os dias em minha cama.
ela me faz sentir raiva... que me faz querer sufoca-la como me sinto.
ela me faz sentir viva... o que me faz querê-la em minha vida pra sempre.
ela me faz sentir morta... o que me faz querer mata-la em mim.
ela me fez sentir ciume... o que é o mais normal e mais fácil de lidar.
ela me faz sentir vontades.... o que me faz querer que ela esteja perto a qualquer custo.
ela me faz sentir soluços...que me fazem querer bebe-la, por essa sede enorme que me seca.
ela me faz sentir desejos... que me fazem querê-la nua todos os dias em minha cama.
ela me faz sentir raiva... que me faz querer sufoca-la como me sinto.
ela me faz sentir viva... o que me faz querê-la em minha vida pra sempre.
ela me faz sentir morta... o que me faz querer mata-la em mim.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Se aconchegue
Fico meio receosa quando bato de frente com amor, mesmo sendo meu grande prezar.
É bonito, gosto de ver. Tem um cheiro bom, e deve ser saboroso. Não sei, afinal, nunca estive perto o suficiente pra que ele entrasse em mim.
Mas sinto como se não fosse possível algo tão indescritível realmente existir. E me sinto cada dia mais tola por desejar tanto que algo que não existe me devore inteiramente.
Por cada dia, o soar de minha imaginação por qual sentir me levará esse tal grande mandante, me encanta ao me ensurdecer.
É bonito, gosto de ver. Tem um cheiro bom, e deve ser saboroso. Não sei, afinal, nunca estive perto o suficiente pra que ele entrasse em mim.
Mas sinto como se não fosse possível algo tão indescritível realmente existir. E me sinto cada dia mais tola por desejar tanto que algo que não existe me devore inteiramente.
Por cada dia, o soar de minha imaginação por qual sentir me levará esse tal grande mandante, me encanta ao me ensurdecer.
domingo, 22 de setembro de 2013
Sexta-feira.
E se eu dissesse que, por agora, aqui, no momento, eu ,realmente, não sei que deve ser feito?
Estou na casa dela, e disse pra ela tudo sobre ontem... sobre ele, e tudo que, ontem, eu senti por ele... Tesão, paixão, raiva, desejo, fogo, carinho, retorno, orgasmos, amor.
Ontem eu era dele.
A minha sexta era dele.
E eu disse a ele, ''por hoje eu sou sua, apenas sua. Meu corpo, minha alma esta para ti, mesmo sem Você estar para mim, ou estando. 'SOU SUA!'que assim seja''.
E assim foi.
Ele usou meu corpo, meu desejo, minha condição... me usou!
Foi bom, sim!
Eu gostei, sim!
Quero mais, sim!
Mas vou dizer, sim... Ele me lembrou a ela.
O jeito dela dizer que meus seios são lindos.
O jeito dela dizer que eu sou perfeita,.
O jeito dela dizer: ' Meu deus, você é maravilhosa'
O jeito dela dizer que 'já foi, amor'.
O jeito de ser meus, que ambos sabem fingir muito bem.
Agora, que estou bem, depois que ELE me fez sentir o bem que a tempos ELA não faz. Não sei, novamente, onde estacionar.
Estou na casa dela, e disse pra ela tudo sobre ontem... sobre ele, e tudo que, ontem, eu senti por ele... Tesão, paixão, raiva, desejo, fogo, carinho, retorno, orgasmos, amor.
Ontem eu era dele.
A minha sexta era dele.
E eu disse a ele, ''por hoje eu sou sua, apenas sua. Meu corpo, minha alma esta para ti, mesmo sem Você estar para mim, ou estando. 'SOU SUA!'que assim seja''.
E assim foi.
Ele usou meu corpo, meu desejo, minha condição... me usou!
Foi bom, sim!
Eu gostei, sim!
Quero mais, sim!
Mas vou dizer, sim... Ele me lembrou a ela.
O jeito dela dizer que meus seios são lindos.
O jeito dela dizer que eu sou perfeita,.
O jeito dela dizer: ' Meu deus, você é maravilhosa'
O jeito dela dizer que 'já foi, amor'.
O jeito de ser meus, que ambos sabem fingir muito bem.
Agora, que estou bem, depois que ELE me fez sentir o bem que a tempos ELA não faz. Não sei, novamente, onde estacionar.
domingo, 15 de setembro de 2013
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
DOIS CORPOS QUE CAEM – João Silvério Trevisan
Por simples acaso, dois desconhecidos encontraram-se despencando juntos do alto do Edifício Itália, no centro de São Paulo.
- Oi – disse o primeiro, no alvoroçado início da queda. – Eu me chamo João. E você?
- Antônio – gritou o segundo, perfurando furiosamente o espaço. E, só pra matar o tempo do mergulho, começaram a conversar. - O que você faz aqui? – perguntou Antônio.
- Estou me matando – respondeu João. – E você?
- Que coincidência! Eu também. Espero que desta vez dê certo, porque é minha décima tentativa. anos venho tentando. Mas tem sempre um amigo, um desconhecido e até bombeiro que impede. Você afinal está se matando por quê?
- Por amor – respondeu João, sentindo o vento frio no rosto. – Eu, que amava tanto, fui trocado por um homem de olhos azuis. Infelizmente só tenho estes corriqueiros olhos castanhos…
- E não lhe parece insensato destruir a vida por algo tão efêmero como o amor? – ponderou Antônio, sentindo a zoada que o acompanhava à morte.
- Justamente. Trata-se de uma vingança da insensatez contra a lógica - gritou João num tom quase triunfante. – Em geral é a vida que destrói o amor. Desta vez, decidi que o amor acertaria contas com a vida!
- Poxa – exclamou Antônio – você fez do amor uma panacéia!
- Antes fosse – replicou João, com um suspiro. – Duvidoso como é, o amor me provocou dores horríveis. Nunca se sabe se o que chamamos amor é desamparo, solidão doentia ou desejo incontrolável de dominação. O que na verdade me seduz é que o amor destrói certezas com a mesma incomparável transparência com que o caos significante enfrenta a insignificância da ordem. Não, o amor não é solução para a vida. Mas é culminância. Morrer por ele me trouxe paz. Ante o vertiginoso discurso, ambos tentaram sorrir contra a gravidade.
- E você, como se sente? – perguntou João a Antônio.
- Oh, agora estou plenamente satisfeito.
- Então por que busca a morte?
- Bom – respondeu Antônio – me assustou descobrir um fiasco primordial: que a razão tem demônios que a própria razão desconhece. Daí, preferi mergulhar de vez no mistério.
- Sim, da razão conheço demasiados horrores. Mas que mistério é esse tão importante a ponto de merecer sua vida? - Não sei – respondeu Antônio. – Mistério é mistério.
- Mas morto você não desvendará o mistério! – protestou João.
- Por isso mesmo. O fundamental no mistério é aguçar contradições, e não desvendar. Matar-me, por exemplo, é bom na medida que me torna parte do enigma e, de certo modo, o agudiza. Tem a ver com a fé, que gera energias para a vida. Ou para a história, quem sabe…
- Taí um negócio que perdi: a fé. Deus para mim… – e João engasgou.
- Ora – revidou Antônio vivamente. – A fé nada tem a ver com Deus, que se reduziu a uma pobre estrela anã de energias tão concentradas que já nem sai do lugar. Deus desistiu de entender os homens, e virou também indagador. Sem Deus nem Razão, a única fé possível é mergulhar neste abismo do mistério total.
- Mas para isso é preciso ao menos saber onde está o mistério – insistiu João com os cabelos drapejando ao vento.
- Ué, o mistério está em mim, por exemplo, que me mato para coincidir comigo mesmo. Mas há mistério também em você: seu morrer de amor é o mais impossível ato de fé. Graças a ele, você participa do mistério. Porque se apaixonou pelos abismos. João olhou com olhos estatelados, ao compreender. E Antônio, que já faiscava na semi-realidade da vertigem, gritou com todas as forças:
- Há sobretudo este mistério maior de estarmos, na mesma hora e local, cometendo o mesmo gesto absurdo e despencando para a mesma incerteza, por puro acaso. Além de cúmplices, a intensidade deste mergulho nos tornou visionários. Você não vê diante de si o desconhecido? É que já estamos perfurando a treva. E como tudo de fato reluzia, João também ergueu a voz:
- Sim, sim. É espantoso o brilho do absurdo.
- E agora – disse Antônio bem diante do rosto de João – falemos um pouco da permanência. Você gosta dos meus olhos azuis? Foi quando os dois corpos se estatelaram na Avenida São Luiz
Por simples acaso, dois desconhecidos encontraram-se despencando juntos do alto do Edifício Itália, no centro de São Paulo.
- Oi – disse o primeiro, no alvoroçado início da queda. – Eu me chamo João. E você?
- Antônio – gritou o segundo, perfurando furiosamente o espaço. E, só pra matar o tempo do mergulho, começaram a conversar. - O que você faz aqui? – perguntou Antônio.
- Estou me matando – respondeu João. – E você?
- Que coincidência! Eu também. Espero que desta vez dê certo, porque é minha décima tentativa. anos venho tentando. Mas tem sempre um amigo, um desconhecido e até bombeiro que impede. Você afinal está se matando por quê?
- Por amor – respondeu João, sentindo o vento frio no rosto. – Eu, que amava tanto, fui trocado por um homem de olhos azuis. Infelizmente só tenho estes corriqueiros olhos castanhos…
- E não lhe parece insensato destruir a vida por algo tão efêmero como o amor? – ponderou Antônio, sentindo a zoada que o acompanhava à morte.
- Justamente. Trata-se de uma vingança da insensatez contra a lógica - gritou João num tom quase triunfante. – Em geral é a vida que destrói o amor. Desta vez, decidi que o amor acertaria contas com a vida!
- Poxa – exclamou Antônio – você fez do amor uma panacéia!
- Antes fosse – replicou João, com um suspiro. – Duvidoso como é, o amor me provocou dores horríveis. Nunca se sabe se o que chamamos amor é desamparo, solidão doentia ou desejo incontrolável de dominação. O que na verdade me seduz é que o amor destrói certezas com a mesma incomparável transparência com que o caos significante enfrenta a insignificância da ordem. Não, o amor não é solução para a vida. Mas é culminância. Morrer por ele me trouxe paz. Ante o vertiginoso discurso, ambos tentaram sorrir contra a gravidade.
- E você, como se sente? – perguntou João a Antônio.
- Oh, agora estou plenamente satisfeito.
- Então por que busca a morte?
- Bom – respondeu Antônio – me assustou descobrir um fiasco primordial: que a razão tem demônios que a própria razão desconhece. Daí, preferi mergulhar de vez no mistério.
- Sim, da razão conheço demasiados horrores. Mas que mistério é esse tão importante a ponto de merecer sua vida? - Não sei – respondeu Antônio. – Mistério é mistério.
- Mas morto você não desvendará o mistério! – protestou João.
- Por isso mesmo. O fundamental no mistério é aguçar contradições, e não desvendar. Matar-me, por exemplo, é bom na medida que me torna parte do enigma e, de certo modo, o agudiza. Tem a ver com a fé, que gera energias para a vida. Ou para a história, quem sabe…
- Taí um negócio que perdi: a fé. Deus para mim… – e João engasgou.
- Ora – revidou Antônio vivamente. – A fé nada tem a ver com Deus, que se reduziu a uma pobre estrela anã de energias tão concentradas que já nem sai do lugar. Deus desistiu de entender os homens, e virou também indagador. Sem Deus nem Razão, a única fé possível é mergulhar neste abismo do mistério total.
- Mas para isso é preciso ao menos saber onde está o mistério – insistiu João com os cabelos drapejando ao vento.
- Ué, o mistério está em mim, por exemplo, que me mato para coincidir comigo mesmo. Mas há mistério também em você: seu morrer de amor é o mais impossível ato de fé. Graças a ele, você participa do mistério. Porque se apaixonou pelos abismos. João olhou com olhos estatelados, ao compreender. E Antônio, que já faiscava na semi-realidade da vertigem, gritou com todas as forças:
- Há sobretudo este mistério maior de estarmos, na mesma hora e local, cometendo o mesmo gesto absurdo e despencando para a mesma incerteza, por puro acaso. Além de cúmplices, a intensidade deste mergulho nos tornou visionários. Você não vê diante de si o desconhecido? É que já estamos perfurando a treva. E como tudo de fato reluzia, João também ergueu a voz:
- Sim, sim. É espantoso o brilho do absurdo.
- E agora – disse Antônio bem diante do rosto de João – falemos um pouco da permanência. Você gosta dos meus olhos azuis? Foi quando os dois corpos se estatelaram na Avenida São Luiz
terça-feira, 10 de setembro de 2013
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Quando eu sinto que vou conseguir levar as coisas pro outro lado, me vem vários indícios de que as coisas tem que continuar como estão.
As palavras dele só me fazem confundir. Só me fazem não saber o que sinto. Só me fazem não ter as palavras.
Mas se é ele o meu dono, o que deve ser feito a não ser continuar a seu lado?
As palavras dele só me fazem confundir. Só me fazem não saber o que sinto. Só me fazem não ter as palavras.
Mas se é ele o meu dono, o que deve ser feito a não ser continuar a seu lado?
Ela
Gosto de sentir sua respiração quente e do jeito que você
fecha os olhos quando começa a me beijar, e os caminhos que suas mãos fazem nos
meus cabelos e na minha nuca, e a sua cara de pau quando caminha para outros
lugares fora de hora. Gosto de fazer amor com você de tarde, quando o sol bate
no seu corpo e você fica de uma cor que dá vontade de arrancar um pedaço e
guardar pra sobremesa depois. Não é por acaso que já fizeram tantas mil canções
falando sobre sua cor, sobre o diamante, sobre o brilho... É lindo
principalmente quando encaro teu corpo todo arrepiado dos meus beijos e dos
meus carinhos quando deixo minhas mãos correrem pela sua pele. Mas, de verdade?
Gosto de ver você ofegante, arranhando minhas costas, apertando minha pele, com
os sentidos soltos de tanto êxtase, enquanto sua voz percorre o quarto até
chegar nos meus ouvidos e eu ter a certeza de que é o som mais lindo que já
existiu.
domingo, 30 de junho de 2013
Por que eu choro?
São tantas coisas...
Todas fracas nos contornos das palavras, mas tão fortes em mim como as batidas do meu pequeno coração.
Essas lágrimas que caem agora, nesse momento, são por amor. Amor que eu não sei fazer direito.
Nas curvas que eu vejo do amor na ideia, mas nunca soube sentir. Dos perfumes gostosos do amor que eu sinto na ideia, mas nunca tive olfato na vida. Dos toques que não acho possíveis.
São águas do corpo que saem porque me condeno por não saber fazer sentir o amor.
São tantas coisas...
Todas fracas nos contornos das palavras, mas tão fortes em mim como as batidas do meu pequeno coração.
Essas lágrimas que caem agora, nesse momento, são por amor. Amor que eu não sei fazer direito.
Nas curvas que eu vejo do amor na ideia, mas nunca soube sentir. Dos perfumes gostosos do amor que eu sinto na ideia, mas nunca tive olfato na vida. Dos toques que não acho possíveis.
São águas do corpo que saem porque me condeno por não saber fazer sentir o amor.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Soulmates Never Die
Não, eu não vou alimentar mentiras! Não aqui, não pra mim.
Sei que não sei o que vai ser da minha vida se realmente as coisas sucederem como eu fiz por onde ser.
Nunca menti pra ela. Ela é parte de mim, sim.
Podia colocar vários poréns aqui, mas isso só vai passar a imagem de ' uma desculpa' pra não estar dando mais certo.
Podia colocar vários motivos, mas nada separa algo de dentro, a não ser o próprio dentro.
A verdade, a mais verdadeira, é que as coisas só estavam caminhando para o fim, desde o dia em que uma disse ' eu sei pensar sozinha'. Desde então as opiniões sobre a vida foram tomando formas e tamanhos diferentes. E isso só acontece porque não somos o mesmo corpo.
Mas ela é minha e corpo dela é meu. Pelo menos aqui por dentro. Mas eu não mando na minha menina e não posso priva-la dos pensamentos dela. E por isso não estamos mais juntas.
Desde quando?
Não sei ao certo quando tudo isso começou a acabar. Mas sei que teve um tempo, que não é de agora, que nada foi de uma vez.
Sei que ela me ama e que eu a fiz chora. E também chorei lágrimas que não caíram. E que se depender de como eu venho levando a vida, elas vão ficar por aqui mesmo.
Inclusive, esse foi um grande problema pra nós... o jeito que eu venho levando a vida.
Que jeito é? Eu não sei.
Só to vivendo, sem me concentrar nas pilhas da cabeça. E foi ela que me disse pra fazer assim.
Acho que as pilhas, ou melhor, as coisas que me faziam esquecer as pilhas nos mantinham juntas. E sem pilha, sem distração, sem juntas.
Não digo que não estou triste, mas digo que não quero ficar. Por orgulho, também.
Pensei em várias maneiras de levar a vida em comum sem termos uma união em comum, mas eu sinceramente não consigo nem imaginar qual vai ser a postura de ambas ao se depararem com o que criaram juntas e não podem largar.
Dói, eu sinto muita dor. Sinto muito a dor. E sinto muito por essa dor.
E essa dor fica cada vez mais forte
Essa dor quase me mata quando lembro dela
Sei que não sei o que vai ser da minha vida se realmente as coisas sucederem como eu fiz por onde ser.
Nunca menti pra ela. Ela é parte de mim, sim.
Podia colocar vários poréns aqui, mas isso só vai passar a imagem de ' uma desculpa' pra não estar dando mais certo.
Podia colocar vários motivos, mas nada separa algo de dentro, a não ser o próprio dentro.
A verdade, a mais verdadeira, é que as coisas só estavam caminhando para o fim, desde o dia em que uma disse ' eu sei pensar sozinha'. Desde então as opiniões sobre a vida foram tomando formas e tamanhos diferentes. E isso só acontece porque não somos o mesmo corpo.
Mas ela é minha e corpo dela é meu. Pelo menos aqui por dentro. Mas eu não mando na minha menina e não posso priva-la dos pensamentos dela. E por isso não estamos mais juntas.
Desde quando?
Não sei ao certo quando tudo isso começou a acabar. Mas sei que teve um tempo, que não é de agora, que nada foi de uma vez.
Sei que ela me ama e que eu a fiz chora. E também chorei lágrimas que não caíram. E que se depender de como eu venho levando a vida, elas vão ficar por aqui mesmo.
Inclusive, esse foi um grande problema pra nós... o jeito que eu venho levando a vida.
Que jeito é? Eu não sei.
Só to vivendo, sem me concentrar nas pilhas da cabeça. E foi ela que me disse pra fazer assim.
Acho que as pilhas, ou melhor, as coisas que me faziam esquecer as pilhas nos mantinham juntas. E sem pilha, sem distração, sem juntas.
Não digo que não estou triste, mas digo que não quero ficar. Por orgulho, também.
Pensei em várias maneiras de levar a vida em comum sem termos uma união em comum, mas eu sinceramente não consigo nem imaginar qual vai ser a postura de ambas ao se depararem com o que criaram juntas e não podem largar.
Dói, eu sinto muita dor. Sinto muito a dor. E sinto muito por essa dor.
E essa dor fica cada vez mais forte
Essa dor quase me mata quando lembro dela
Essa dor vai me matar quando, depois de tudo, formos apenas duas estranhas com algumas memórias em comum.
Bruna?
Ei.
Sei que fui a primeira a dar parabéns e um abraço no meu baby, mas quando se
trata de você, mimos e elogios nunca são o suficiente. Bom, são 17 anos né? De
parceria, demonstrações inesperadas de companheirismo, amor, carinho, afeto,
sensação de tranquilidade e muita, muita pureza. Encho a boca pra falar de
você. Porque não há nada na vida que eu me orgulhe mais em toda minha vida...
Tenho tanto a lhe agradecer pequena, tanto. Fecho os olhos e as primeiras
coisas que me aparecem são momentos felizes e doces, que a grande maioria, eu
tive com você! Enfim, obrigada por ter sido você mesma comigo, por respeitar as
minhas opiniões e me proteger. E principalmente, me alegrar apenas por dar esse
seu sorrisão ai, que eu amo tanto. Cê ta ligada que sempre pode contar comigo,
né? Porque quando se trata de você, eu vou correndo, não importa o que seja.
Desculpa pelos meus excessos de ciúmes e pela proteção sem necessidade, é como
eu disse: "Às vezes eu esqueço que não sou sua mãe.' E com relação ao
ciúmes... É que... Se eu pudesse eu te trancava numa caixa e não deixava
ninguém encostar, mas infelizmente não posso. Sensação de que eu posso te
perder é horrível, sabe, eu não sei o que faria sem você. Acho que eu desistiria
de sorrir Eu te amo, muito. Você é tudo pra mim, sem você não sou. "Almas
gêmeas nunca morrem."
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Ironias
Do fundo do meu coração, da minha alma, do meu ser: eu te amo. E o que eu sinto vai continuar sendo algo além das coisas desse mundo.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
és minha, sou dela. Somos só e eu
Fique, por agora, com a solidão. Enquanto desfruto do amor de 'nossa amada',que por tempos esteve em vosso lar, enquanto a mim, pertencia a solidão.
Mas sem pavor, afinal, a solidão volta a mim, pois me ama. E a 'nossa amada', somente sua será.
Mas sem pavor, afinal, a solidão volta a mim, pois me ama. E a 'nossa amada', somente sua será.
E ainda me dói tanto essa fantasia, que eu acho que consigo controlar. Mas sei que já esta fora do meu controle, e até mesmo do meu alcance.
Porque toda noite é sempre a mesma coisa... eu me controlando pra cumprir o que eu prometi a mim mesmo: Não chorar mais.
Mas mesmo que sem fundamento algum, eu me vejo pecando ao sentir as gotas rolando em meu rosto, repentinas, sem nenhum aviso. São só para eu ver que já estou transbordando.
Nem mesmo eu sei o porque dessa tempestade dentro de mim, parece que eu sempre tenho que ter um motivo pra que faça tempo ruim.
E eu sempre tenho.
Boa noite
22/04/2013
Venho levantando
fatos em minha mente, e hoje vou escrever uma das conclusões que posso ter tido
depois desses levantamentos.
·
As pessoas gostam, precisam e não param até
serem notadas. Desde uma forma de se vestir, até atitudes drásticas.
Posso até expor aqui como um
exemplo, uma manifestação ocorrida a mais ou menos um mês na Escola Estadual de
São Paulo, minha antiga escola.
Essa manifestação foi
fundamentada por um equívoco no remanejamento das salas. A nova estrutura das
classes foi totalmente reformulada e os alunos que tivessem mais de dez faltas
consecutivas seriam considerados como ‘abandono’ e consequentemente perderiam a
vaga.
Muitos alunos, como eu, ao ver que seus nomes não estavam mais na lista,
logo concluíram que a vaga foi perdida. Isso causou um grande alvoroço, afinal,
grande parte dos alunos tinha um número considerável de faltas devido à emenda
do carnaval. Somadas essas faltas, desde o início das aulas até o fim do
carnaval, foram exatos 11 dias consecutivos.
Surge, então, uma massa de alunos enfurecidos atrás da solução e
gritando pelos seus direitos, afinal eles tinham sido lesados repentinamente,
pois no dia anterior teve aula normal. A solução mais viável para um problema
deste porte seria aguardar uma solução vinda da secretaria. Contudo, os alunos, cegos, tomados por uma
raiva, a meu ver, desnecessária, tomam uma postura extremamente vândala, que logo
tomou força e foco: Destruir a escola.
Creio que a intenção era chamar a atenção da cúpula escolar para a força
que a união dos alunos tinha.
Pois foi a partir daí que a rebelião começou. Começou a típica quebra
dos vidros da escola, os típicos incêndios dos baldes de lixo... O típico ritual de destruir o próprio ambiente
escolar.
Não contentes com a destruição interna, decidiram quebrar as fronteiras
e ampliar os limites da manifestação. Decidiram sair, e levar a revolta com
ele, para além das dependências da escola, e Avenida do Estado, uma das maiores
da região, que se localiza atrás da escola,
foi o alvo dessa expansão.
Os alunos que tomaram a frente saíram com cadeiras e baldes se enfiando
dentre os carros até para-los para, simplesmente, ficar gritando suas frases de
impacto, que sinceramente, nem me lembro. E enquanto isso o restante dos
rebeldes ficavam olhando, admirados, o ato de coragem de seus companheiros. Mas
não olharam, nem por um segundo, para as pessoas que, provavelmente, estavam
indo para o trabalho ou para casa e por conta dos revoltados estavam paradas no
trânsito.
Uma minoria, na qual eu fazia
parte, só ficava observando e se perguntando: Essa manifestação é válida?
Bom... O problema, no meu caso,
foi resolvido da seguinte forma:
- Bom dia, meu nome é Talita
Martins Cruz, e gostaria de saber se sou um dos alunos que perdeu a vaga.
- Só um minutinho.
- Ta ok.
- Olha Talita, seu nome, que
estava no terceiro E n° 37, agora, depois do remanejamento, está no terceiro A
n° 39.
- Ah, sim. Obrigada.
A manifestação é
válida?
Desnecessária, porém, válida! Não para esse fim, não para
essa manifestação. Mas para, talvez, algum problema futuro deste porte que,
provavelmente será evitado. Afinal, se até mesmo eu não achei agradável toda
essa manifestação, creio que a secretaria também não se interessou. Não pelos
mesmos motivos, claro. Na realidade
secretaria é apenas um item da cúpula administrativa daquela escola, a
hierarquia começa pela Secretaria da educação, que é a mandante de toda a
cidade e fica à cerca de 10 minutos dali. As informações não demoraram muito
mais que esse tempo para chegar até lá, e diante do declínio que a escola vem
tendo de um tempo para cá, só foi um pouco mais de merda no ventilador. A
‘comida de rabo’ foi violenta, acredito eu. E tenho certeza que o trânsito da
Avenida do estado não será tão brevemente interrompido.
Nessa brincadeira
de serem rebeldes, muitos felizardos tiveram seus pequenos, porém valiosos
momentos de fama, protagonistas ou coadjuvantes. Logo, o objetivo foi
alcançado. Afinal, as pessoas querem, precisam, e não param até serem notadas.
Uma pessoa que se envolve com duas pessoas que, juntas,
formam um casal, o que quer?
Uma pessoa que mente pra todos e pra si mesmo, o que quer?
Uma pessoa que faz escândalos sem fundamentos, o que quer?
R: Brilhar, RS!
Isso faz parte da
essência humana e, para mim, foi importante acentuar.
E outra... Nem tudo que é desnecessário é inútil, afinal
pode ser válido. Logo, o desnecessário se torna parcialmente necessário.
Portanto, é necessário ser desnecessário para que algumas
coisas se tornem uteis.
quinta-feira, 18 de abril de 2013
E quando será que a lucidez que era pra estar aqui vai aparecer?
Você vê mas, mesmo assim não crê.
Você sabe, mas mesmo assim não admite.
Você pensa, mas mesmo assim não faz.
Você vê o certo, mas mesmo assim não vai.
Qual é o sentido de se estar no meio de um amor verdadeiro?
Bom, não sei ao certo a dimensão da grandiosidade que pode ser esse amor que vejo. Mas ele existe, eu sei. Não sei se quero acabar com isso por causa do meu sentimento, que eu sei com é, e, hoje, não nomearia.
Não faz sentido para mim. Isso é o que menos faz sentido para mim, afinal eu não sou o motivo pelo qual eles se machucam desta forma. Mas qual o motivo forte o suficiente para fosse contido algo como este?
Até agora foram três interrogações das 21813618942732.... que estão dentro de mim, só em relação a isso.
Bom, eu sei que tenho que acordar e dar, maybe, um fim nessa minha monomania masoquista. Mas não sei acordar desse meu sonho. Acho que estou esperando esse meu despertar natural.
Mas me diz por que ela faz isso? Porque ela não me 'acorda'?
Ela podia, hoje, me dizer a verdade e me tirar essas esperanças que eu tenho de que tudo isso tudo seja por mim. Afinal ela sabe que isso não é possível. Eu também sei, mas eu acredito.
"Agora vivo assim, e é com você que eu quero, e vou ficar. Mas nunca estive aqui e nunca vou sair de la. Dela.
Hoje meus rótulos dizem que sou feita de você, mas minha composição nunca me enganará. Pois sou feita disso e isso eu vejo, sinto e sei que sou. Porque eu SOU!"
Só ouço esses gritos. Mas só quero ouvir que , hoje, é feita de mim.
Você vê mas, mesmo assim não crê.
Você sabe, mas mesmo assim não admite.
Você pensa, mas mesmo assim não faz.
Você vê o certo, mas mesmo assim não vai.
Qual é o sentido de se estar no meio de um amor verdadeiro?
Bom, não sei ao certo a dimensão da grandiosidade que pode ser esse amor que vejo. Mas ele existe, eu sei. Não sei se quero acabar com isso por causa do meu sentimento, que eu sei com é, e, hoje, não nomearia.
Não faz sentido para mim. Isso é o que menos faz sentido para mim, afinal eu não sou o motivo pelo qual eles se machucam desta forma. Mas qual o motivo forte o suficiente para fosse contido algo como este?
Até agora foram três interrogações das 21813618942732.... que estão dentro de mim, só em relação a isso.
Bom, eu sei que tenho que acordar e dar, maybe, um fim nessa minha monomania masoquista. Mas não sei acordar desse meu sonho. Acho que estou esperando esse meu despertar natural.
Mas me diz por que ela faz isso? Porque ela não me 'acorda'?
Ela podia, hoje, me dizer a verdade e me tirar essas esperanças que eu tenho de que tudo isso tudo seja por mim. Afinal ela sabe que isso não é possível. Eu também sei, mas eu acredito.
"Agora vivo assim, e é com você que eu quero, e vou ficar. Mas nunca estive aqui e nunca vou sair de la. Dela.
Hoje meus rótulos dizem que sou feita de você, mas minha composição nunca me enganará. Pois sou feita disso e isso eu vejo, sinto e sei que sou. Porque eu SOU!"
Só ouço esses gritos. Mas só quero ouvir que , hoje, é feita de mim.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Os três
O dia anterior foi bom.
A noite foi quente. Não saiu exatamente como queríamos, mas foi boa como imaginamos que seria.
E a manhã... que bom que ela me levou com ela.
A tarde, foi junta. Mais precisamente, foi de conchinha. Assistindo uma filme ruim-bonzinho.
"Os três", o caso dramático de um triangulo amoroso.
O filme me fez pensar em uma situação que estava na cabeça. E me fez pensar em uma coisa que talvez fosse legal de se construir.
Mas principalmente, me fez gostar ainda mais da ideia de estar amando.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Nostalgia escolar
Hoje tive que ir até minhas escola, fazer a rematricula. O que, aliás, foi bem agonizante.
Mas enfim, só consequências.
Comecei a ter uma certa retrospectiva da minha vida escolar, desde dos primórdios.
Me lembei, com certa dificuldade do meu primeiro dia de aula da primeira serie. De'u chorando como um bezerro (como minha mãe disse).
Como mal lembrava dessa época, revolvi pular para o primeiro dia de aula da minha atual escola... E.E São paulo. Bom... me lembro que eu era bem pequena, e que usava um cabelo com trancinhas. Normalmente minha mãe fazia seis rabinho, com duas tranças em cada um.
Foi incrivelmente emocionante a ideia de ter mais de dois professores;
Adorava minhas aulas de português com a Professora Cleonice, mais conhecida como Cleodiabo.
Adorava minhas aulas de inglês, mas como nunca tinha o caderno em ordem, só tirava nota vermelha. Nunca gostei do meu professor de história, que inclusive me deu aula no ano passado.
Enfim... dentre todas que eu gostava, a de português era a que eu mais gostava, e queria ser professora.
Lembro que em uma aula sobre pontoação, minha professora passou o seguinte texto, no qual finalizei minha viagem:
O Testamento
Um homem rico, sem filhos, sentindo-se morrer, pediu papel e caneta e escreveu
assim: “Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do
mecânico nada aos pobres.”
Não teve tempo de pontuar – morreu.
Eram quatro concorrentes. Chegou o sobrinho e fez estas pontuações num cópia
do bilhete: “Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a
conta do mecânico. Nada aos pobres.”
A irmã do morto chegou em seguida com outra cópia do testamento e pontuou
assim: “Deixo meus à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do
mecânico. Nada aos pobres.”
Apareceu o mecânico, pediu uma cópia do original e fez estas pontuações: Deixo
meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do mecânico.
Nada aos pobres.”
Um juiz estudava o caso, quando chegaram os pobres da cidade. Um deles, mais
sabido, tomou outra cópia do testamento e pontuou deste modo: “Deixo meus bens à
minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do mecânico? Nada! Aos
pobres!”
Como sempre...
Você chegou disposta a discutir, mas ela chegou disposta a fazer as pazes. Você se fez de difícil, e ela se fez de romântica. Ela disse que não vive sem você, e você acreditou. E no fim, nem ela nem você tiveram coragem de falar sobre o que realmente estava acontecendo.
E nada, foi resolvido.
E nada, foi resolvido.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Baby
Não, não são recaídas de monomania.
É que eu achei dentro da bagunça do meu computador.
É que eu achei dentro da bagunça do meu computador.
Que saudades de vc ser assim, meu bebe.
Se fosse um feriado prolongado que antecedesse uma semana de prova em minha escola, já teria passado.
Creio que seja ansiedade, mesmo. Ai o tempo demora pra passar que é uma beleza.
Preciso resolver essa situação. Estou me sentindo culpada, estou me sentido como uma golpista, parece que a estou enganando.
Mas sei que não estou, afinal, não disse nada certo.
Só disse que acreditava.
Mas parando para pensar agora, acho que nem acredito mais.
Enfim...
Que acabe logo, estou me cansando de fazer nada.
Creio que seja ansiedade, mesmo. Ai o tempo demora pra passar que é uma beleza.
Preciso resolver essa situação. Estou me sentindo culpada, estou me sentido como uma golpista, parece que a estou enganando.
Mas sei que não estou, afinal, não disse nada certo.
Só disse que acreditava.
Mas parando para pensar agora, acho que nem acredito mais.
Enfim...
Que acabe logo, estou me cansando de fazer nada.
sábado, 5 de janeiro de 2013
Filha
Sabe quando você se sente responsável por um ser? Por uma vida?
Isso, normalmente, acontece quando você tem um filho, então você fica responsável por essa criança. Não tenho filho, literalmente. Mas é quase isso.
E eu me senti assim. Me senti feito uma mãe. Me senti totalmente responsável por aquela vida.
Aquela vida que estava por um triz. Então me senti feito uma mãe desnaturada, e que, como sempre, tinha feito tudo errado. E que minha inconsequência tinha dado fim uma vida que precisava de mim para continuar. Isso alimentou uma auto destruição interna que só queria que tudo parasse.
Ver aquela vida, agonizando durante a noite inteira e não poder, naquele momento, fazer algo... Sim, foi uma sensação horrível. Basicamente, de ser inútil.
A unica coisa que eu podia fazer naquele momento, era esperar e orar pra que nada de ruim acontecesse. E foi o que eu fiz, durante a noite inteira.
A noite mais longa de minha vida.
Eu não podia dormir, pra não correr o risco de acordar e me deparar com o fim. E o celular não deixou, a soneca despertava a cada 15 min. Em algumas vezes me pegava acordando, assustada, mas nada tinha mudado. Nem para melhor, nem para pior.
A sol nasceu e eu não podia mais esperar. Mas tem essa merda de 'horário comercial', que é só depois de tal momento que as pessoas começam a viver... esperei.
E enfim me senti útil. Eu Sabia que deixando ela ali, seria melhor que em meus braços irresponsáveis.
_ Pode ser fatal, mas não vai ser fatal, minha senhora.
_Não se sabe...
_ Eu sei. E confio em você.
Agora era só esperar.
"As coisas vão mudar, vou ser uma mãe melhor agora", essa era eu renovando minhas decisões perante a situação.
Mas como renovar uma decisão sobre algo que não existe mais?
Ai se vê que durante todo o tempo você esta renovando a decisão. Porque nunca foi realmente decidida. Mas e agora? E se acabar?.... e se?
Não preciso de um erro fatal pra entender que agora é que tem que ser. Eu já sei.
E eu sabia que ficar tudo bem, independente de como fosse esse 'bem'.
Depois de uma noite, melhor dormida, meu telefone toca.
"Alô é a Taliyta?"
Bom, nessa hora o coração vai a mil, afinal a noticia poderia ser qualquer uma.
Mas foi a que eu precisava ouvir.
"Ela esta bem, já teve alta."
"Obrigada! Obrigada!"
"De nada", Mas na realidade eu estava falando com o universo.
Fui até lá...
Chegue e ouvi... o som mais lindo dela.
Foi como ser mãe de primeira viagem, ouvir o primeiro choro do bebe, ao nascer, e ver que deu tudo certo.... que ele respirou. Que esta bem que está saudável.
Misturei, em meu semblante a expressão do sorriso e do choro como resposta aquela felicidade única.
Isso, normalmente, acontece quando você tem um filho, então você fica responsável por essa criança. Não tenho filho, literalmente. Mas é quase isso.
E eu me senti assim. Me senti feito uma mãe. Me senti totalmente responsável por aquela vida.
Aquela vida que estava por um triz. Então me senti feito uma mãe desnaturada, e que, como sempre, tinha feito tudo errado. E que minha inconsequência tinha dado fim uma vida que precisava de mim para continuar. Isso alimentou uma auto destruição interna que só queria que tudo parasse.
Ver aquela vida, agonizando durante a noite inteira e não poder, naquele momento, fazer algo... Sim, foi uma sensação horrível. Basicamente, de ser inútil.
A unica coisa que eu podia fazer naquele momento, era esperar e orar pra que nada de ruim acontecesse. E foi o que eu fiz, durante a noite inteira.
A noite mais longa de minha vida.
Eu não podia dormir, pra não correr o risco de acordar e me deparar com o fim. E o celular não deixou, a soneca despertava a cada 15 min. Em algumas vezes me pegava acordando, assustada, mas nada tinha mudado. Nem para melhor, nem para pior.
A sol nasceu e eu não podia mais esperar. Mas tem essa merda de 'horário comercial', que é só depois de tal momento que as pessoas começam a viver... esperei.
E enfim me senti útil. Eu Sabia que deixando ela ali, seria melhor que em meus braços irresponsáveis.
_ Pode ser fatal, mas não vai ser fatal, minha senhora.
_Não se sabe...
_ Eu sei. E confio em você.
Agora era só esperar.
"As coisas vão mudar, vou ser uma mãe melhor agora", essa era eu renovando minhas decisões perante a situação.
Mas como renovar uma decisão sobre algo que não existe mais?
Ai se vê que durante todo o tempo você esta renovando a decisão. Porque nunca foi realmente decidida. Mas e agora? E se acabar?.... e se?
Não preciso de um erro fatal pra entender que agora é que tem que ser. Eu já sei.
E eu sabia que ficar tudo bem, independente de como fosse esse 'bem'.
Depois de uma noite, melhor dormida, meu telefone toca.
"Alô é a Taliyta?"
Bom, nessa hora o coração vai a mil, afinal a noticia poderia ser qualquer uma.
Mas foi a que eu precisava ouvir.
"Ela esta bem, já teve alta."
"Obrigada! Obrigada!"
"De nada", Mas na realidade eu estava falando com o universo.
Fui até lá...
Chegue e ouvi... o som mais lindo dela.
Foi como ser mãe de primeira viagem, ouvir o primeiro choro do bebe, ao nascer, e ver que deu tudo certo.... que ele respirou. Que esta bem que está saudável.
Misturei, em meu semblante a expressão do sorriso e do choro como resposta aquela felicidade única.
Desculpe!
Obrigada!
Seja bem vinda, de novo, Thea!
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Nem vale a pena
Pagar pra ver o invisível e depois enxergar
Que é uma pena, mas você não vale a pena.
Não vale uma fisgada desse dor.
Não cabe como rima de um poema.
De tão pequeno.
Mas vai e vem e me envenena e me condena ao rancor.
De repente cai o nível. E eu me sinto uma imbecil.
Repetindo, repetindo, repetindo.
Como num disco riscado.
O velho texto batido.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
2013
Vamos lá...
Primeiramente o dilema: Vamos nos dedicar aos estudo, cuidar da saúde e zelar pelos pais.
Não vou mentir, dos 17 anos na terra 2012 foi o piorzinho. Mas, não digo que coisas boas não aconteceram, pois aconteceram sim! E muitas. Mas assim como as coisas boas foram evidenciadas, as coisas ruim não ficaram de fora. Afinal, sempre tem de haver um equilíbrio.
Contudo, as coisas ruim não se contentaram ao equilíbrio e quiseram participar de uma forma mais assídua de minha vida. E conseguiram.
Enfim, não estou escrevendo pra reclamar desse lindo ano, e sim pra dizer que sou humana, mas não sou burra. E não vou persistir no erro.
Não haverá, em minha vida inteira, ano pior que esse.
Dizem que o ano dos 18 anos é sempre o mais fudido. Mas estou eu aqui para provar que essa teoria é erronia.
2013 já está sendo o melhor ano de minha vida. Afinal o primeiro beijo, o primeiro abraço e as primeiras palavras, foram da mulher mais perfeita do mundo.
Eu tenho que decidir em que será baseado meu ano. E resolvi que serão mais 365 dias de loucura chegando.
2000 e Crazy.
Mas não... não serão as mesmas loucuras do ano passado. Tanto a loucura levada ao pé da letra quanto a loucura devido a falta de responsabilidade.
Então como eu posso definir, esse "Crazy"?
o ' crazy' que estou me referindo é mais relacionado com muitas informações. Muitas coisa acontecendo ao mesmo tempo, muitas mudanças em um curto espaço de tempo.
É uma loucura dizer que eu sou responsável; é uma loucura dizer que eu dou valor as coisas; é uma loucura dizer que ta tudo dando certo.
E esse ano, que começou exatas uma hora e dezessete minutos, será só Loucura.
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