quinta-feira, 9 de maio de 2013

Juntando o antes, o agora e o depois


É forte.
E será cada vez mais forte.
Mas só será amor quando for reciproco.

Ironias

Do fundo do meu coração, da minha alma, do meu ser: eu te amo. E o que eu sinto vai continuar sendo algo além das coisas desse mundo.
Não arranque minha quinta perna por favor! Vai fazer falta demais. E Não quero aprender a ondar sem ela. Dá trabalho, e eu tenho preguiça.
Enquanto eu choro de um lado, ela é a frigidez do outro.
Mas dizemos que estamos juntas.
EU DECRETO QUE ESSA ROTAÇÃO ACABA AQUI! E QUE O QUE TINHA DE  SER VIVIDO, ESTÁ NO ULTIMO ESTÁGIO!

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Maybe I can


Só por hj

és minha, sou dela. Somos só e eu

Fique, por agora, com a solidão. Enquanto desfruto do amor de 'nossa amada',que por tempos esteve em vosso lar, enquanto a mim, pertencia a solidão.
Mas sem pavor, afinal, a solidão volta a mim, pois me ama. E a 'nossa amada', somente sua será.

E ainda me dói tanto essa fantasia, que eu acho que consigo controlar. Mas sei que já esta fora do meu controle, e até mesmo do meu alcance.
Porque toda noite é sempre a mesma coisa... eu me controlando pra cumprir o que eu prometi a mim mesmo: Não chorar mais.
Mas mesmo que sem fundamento algum, eu me vejo pecando ao sentir as gotas rolando em meu rosto, repentinas, sem nenhum aviso. São só para eu ver que já estou transbordando. 
Nem mesmo eu sei o porque dessa tempestade dentro de mim, parece que eu sempre tenho que ter um motivo pra que faça tempo ruim.
E eu sempre tenho.


Boa noite           22/04/2013                        
   Venho levantando fatos em minha mente, e hoje vou escrever uma das conclusões que posso ter tido depois desses levantamentos.
·         As pessoas gostam, precisam e não param até serem notadas. Desde uma forma de se vestir, até atitudes drásticas.
Posso até expor aqui como um exemplo, uma manifestação ocorrida a mais ou menos um mês na Escola Estadual de São Paulo, minha antiga escola.
Essa manifestação foi fundamentada por um equívoco no remanejamento das salas. A nova estrutura das classes foi totalmente reformulada e os alunos que tivessem mais de dez faltas consecutivas seriam considerados como ‘abandono’ e consequentemente perderiam a vaga.
   Muitos alunos, como eu, ao ver que seus nomes não estavam mais na lista, logo concluíram que a vaga foi perdida. Isso causou um grande alvoroço, afinal, grande parte dos alunos tinha um número considerável de faltas devido à emenda do carnaval. Somadas essas faltas, desde o início das aulas até o fim do carnaval, foram exatos 11 dias consecutivos.
   Surge, então, uma massa de alunos enfurecidos atrás da solução e gritando pelos seus direitos, afinal eles tinham sido lesados repentinamente, pois no dia anterior teve aula normal. A solução mais viável para um problema deste porte seria aguardar uma solução vinda da secretaria.  Contudo, os alunos, cegos, tomados por uma raiva, a meu ver, desnecessária, tomam uma postura extremamente vândala, que logo tomou força e foco: Destruir a escola.  Creio que a intenção era chamar a atenção da cúpula escolar para a força que a união dos alunos tinha.
   Pois foi a partir daí que a rebelião começou. Começou a típica quebra dos vidros da escola, os típicos incêndios dos baldes de lixo...  O típico ritual de destruir o próprio ambiente escolar.
   Não contentes com a destruição interna, decidiram quebrar as fronteiras e ampliar os limites da manifestação. Decidiram sair, e levar a revolta com ele, para além das dependências da escola, e Avenida do Estado, uma das maiores da região, que se localiza atrás da escola,  foi o alvo dessa expansão.
  Os alunos que tomaram a frente saíram com cadeiras e baldes se enfiando dentre os carros até para-los para, simplesmente, ficar gritando suas frases de impacto, que sinceramente, nem me lembro. E enquanto isso o restante dos rebeldes ficavam olhando, admirados, o ato de coragem de seus companheiros. Mas não olharam, nem por um segundo, para as pessoas que, provavelmente, estavam indo para o trabalho ou para casa e por conta dos revoltados estavam paradas no trânsito. 
Uma minoria, na qual eu fazia parte, só ficava observando e se perguntando: Essa manifestação é válida?
Bom... O problema, no meu caso, foi resolvido da seguinte forma:
- Bom dia, meu nome é Talita Martins Cruz, e gostaria de saber se sou um dos alunos que perdeu a vaga.
- Só um minutinho.
- Ta ok.
- Olha Talita, seu nome, que estava no terceiro E n° 37, agora, depois do remanejamento, está no terceiro A n° 39.
- Ah, sim. Obrigada.
   A manifestação é válida?
Desnecessária, porém, válida! Não para esse fim, não para essa manifestação. Mas para, talvez, algum problema futuro deste porte que, provavelmente será evitado. Afinal, se até mesmo eu não achei agradável toda essa manifestação, creio que a secretaria também não se interessou. Não pelos mesmos motivos, claro.  Na realidade secretaria é apenas um item da cúpula administrativa daquela escola, a hierarquia começa pela Secretaria da educação, que é a mandante de toda a cidade e fica à cerca de 10 minutos dali. As informações não demoraram muito mais que esse tempo para chegar até lá, e diante do declínio que a escola vem tendo de um tempo para cá, só foi um pouco mais de merda no ventilador. A ‘comida de rabo’ foi violenta, acredito eu. E tenho certeza que o trânsito da Avenida do estado não será tão brevemente interrompido.   
   Nessa brincadeira de serem rebeldes, muitos felizardos tiveram seus pequenos, porém valiosos momentos de fama, protagonistas ou coadjuvantes. Logo, o objetivo foi alcançado. Afinal, as pessoas querem, precisam, e não param até serem notadas.
Uma pessoa que se envolve com duas pessoas que, juntas, formam um casal, o que quer?
Uma pessoa que mente pra todos e pra si mesmo, o que quer?
Uma pessoa que faz escândalos sem fundamentos, o que quer?
R: Brilhar, RS!
   Isso faz parte da essência humana e, para mim, foi importante acentuar. 
E outra... Nem tudo que é desnecessário é inútil, afinal pode ser válido. Logo, o desnecessário se torna parcialmente necessário.
Portanto, é necessário ser desnecessário para que algumas coisas se tornem uteis.