terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Mina
É uma pena
Eu podia te levar na praça perto de casa todos os domingo.
A gente ia se divertir sem nem perceber, insistiríamos no nosso futebol de menina e depois voltaríamos pra casa.
Com toda certeza eu iria querer saber da sua vida diária, mas só se você quisesse me contar. Porém, eu sempre iria te perguntar. Coisas corriqueiras, pois são as coisas que mais acontecem na vida.
Nem devíamos chama-las assim. Na realidade essa palavras nem deviam existir.
Depois eu ia te pedir um beijo e ver você me olhando com aqueles olhos de criança.
Fazer piada com suas síndromes.
Arrumar uma jeitinho romântico pra mentir e dizer que estou com fome da 'sua comida'.
Nossa, eu ia te agarrar tão forte por trás quando estivesse fazendo nosso miojo.
Depois de comer iriamos deitar aos poucos ao lado da panela que deixamos em cima da cama mesmo, por pura preguiça de sair de perto. Porque se você fosse comigo eu iria numa boa.
Ai eu ia te beijar sem pedir mesmo. Não só sua boca mas seu corpo inteiro.
Faríamos amor até a noite chegar.
Cochilaríamos sem querer.
Depois a gente ia acordar com sua mãe ligando pra perguntar se ia voltar ou não.
Perceberíamos que nossos corpos estavam grudados um no outro.
'Não! Você não vai sem antes tomar um banho comigo, amor.'
Então vem o medo do metrô fechar e sua mãe nunca mais te deixar passar os domingos comigo.
'Pega logo a toalha menina! Cê tem que ir pra casa!'
Daríamos passadas mais lentas do mundo até a estação.
'Foda-se a sociedade, ainda tenho alguns minutos pra te beijar aqui antes de passar a catraca'
Ai eu ficaria te olhando descer a escada rolante até sua cabeça sair de vista. E mais um pouco, na expectativa de te ver voltar.
Mas você não pode.
Sim, eu já tinha fantasiado isso.
E isso não é nenhum décimo do que eu pensei em uma das várias vezes que eu parei pra pensar em nós.
Na realidade todos os domingo eu penso em como tudo seria perfeito se você aceitasse a gente.
Que pena, mina.
Eram só os domingo... Só os domingos.
Eu podia te levar na praça perto de casa todos os domingo.
A gente ia se divertir sem nem perceber, insistiríamos no nosso futebol de menina e depois voltaríamos pra casa.
Com toda certeza eu iria querer saber da sua vida diária, mas só se você quisesse me contar. Porém, eu sempre iria te perguntar. Coisas corriqueiras, pois são as coisas que mais acontecem na vida.
Nem devíamos chama-las assim. Na realidade essa palavras nem deviam existir.
Depois eu ia te pedir um beijo e ver você me olhando com aqueles olhos de criança.
Fazer piada com suas síndromes.
Arrumar uma jeitinho romântico pra mentir e dizer que estou com fome da 'sua comida'.
Nossa, eu ia te agarrar tão forte por trás quando estivesse fazendo nosso miojo.
Depois de comer iriamos deitar aos poucos ao lado da panela que deixamos em cima da cama mesmo, por pura preguiça de sair de perto. Porque se você fosse comigo eu iria numa boa.
Ai eu ia te beijar sem pedir mesmo. Não só sua boca mas seu corpo inteiro.
Faríamos amor até a noite chegar.
Cochilaríamos sem querer.
Depois a gente ia acordar com sua mãe ligando pra perguntar se ia voltar ou não.
Perceberíamos que nossos corpos estavam grudados um no outro.
'Não! Você não vai sem antes tomar um banho comigo, amor.'
Então vem o medo do metrô fechar e sua mãe nunca mais te deixar passar os domingos comigo.
'Pega logo a toalha menina! Cê tem que ir pra casa!'
Daríamos passadas mais lentas do mundo até a estação.
'Foda-se a sociedade, ainda tenho alguns minutos pra te beijar aqui antes de passar a catraca'
Ai eu ficaria te olhando descer a escada rolante até sua cabeça sair de vista. E mais um pouco, na expectativa de te ver voltar.
Mas você não pode.
Sim, eu já tinha fantasiado isso.
E isso não é nenhum décimo do que eu pensei em uma das várias vezes que eu parei pra pensar em nós.
Na realidade todos os domingo eu penso em como tudo seria perfeito se você aceitasse a gente.
Que pena, mina.
Eram só os domingo... Só os domingos.
sábado, 15 de fevereiro de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
$$
Quanto é que nos vale as coisas do mundo?
Um sorriso ou uma lágrima?
Uma vida, um carinho, uma ajuda?
Aqueles olhos nunca sairão da minha memória. Aqueles olhos que me diziam que eu era menos que as moedas do dia a dia.
Nunca ei de me esquece de um dia que eu precisei de ajuda e isso aconteceu.
Não por rancor, nem por nada disso. É pra eu nunca esquecer que uma ajuda sempre é preciso. Nunca mata. Aliás, sempre se torna uma vida. É preciso ajudar.
Se caso as coisas 'melhorarem' nesse sentido, esse dia, esse horário: às 02:33h, nunca há de ser em vão.
Ajudar, quando não se tem nada a perder. Ajudar quando se tem a perder, porque NUNCA uma ajuda resultará em uma perda.
Mas me vem em mente, aquele que se levantou e, sem motivo, disse que estava ali. Nunca mais vou vê-lo, e nem reconhece-lo. Mas reconheço, de todo coração o que foi feito. E já está feito! Sou eternamente grata.
Espero que ele saiba que jamais foi feito por mim. E que tudo retorna na mesma forma que o coração entende.
Eu sei... EU SEI! Vou passar pelo dinheiro todos os dias. Vou me deparar com as merdas de seus rastros todos os dias. Vou odiá-lo todos os dias. Mas a minha felicidade, ao contrário do cara com olhos mais maus que eu já vi, é saber disso. É ver isso.
Vou orar para que assim como eu, todas as pessoas portadoras da cegueira consigam clarear.
Sabe quanto vale?
Nada nesse mundo.
Um sorriso ou uma lágrima?
Uma vida, um carinho, uma ajuda?
Aqueles olhos nunca sairão da minha memória. Aqueles olhos que me diziam que eu era menos que as moedas do dia a dia.
Nunca ei de me esquece de um dia que eu precisei de ajuda e isso aconteceu.
Não por rancor, nem por nada disso. É pra eu nunca esquecer que uma ajuda sempre é preciso. Nunca mata. Aliás, sempre se torna uma vida. É preciso ajudar.
Se caso as coisas 'melhorarem' nesse sentido, esse dia, esse horário: às 02:33h, nunca há de ser em vão.
Ajudar, quando não se tem nada a perder. Ajudar quando se tem a perder, porque NUNCA uma ajuda resultará em uma perda.
Mas me vem em mente, aquele que se levantou e, sem motivo, disse que estava ali. Nunca mais vou vê-lo, e nem reconhece-lo. Mas reconheço, de todo coração o que foi feito. E já está feito! Sou eternamente grata.
Espero que ele saiba que jamais foi feito por mim. E que tudo retorna na mesma forma que o coração entende.
Eu sei... EU SEI! Vou passar pelo dinheiro todos os dias. Vou me deparar com as merdas de seus rastros todos os dias. Vou odiá-lo todos os dias. Mas a minha felicidade, ao contrário do cara com olhos mais maus que eu já vi, é saber disso. É ver isso.
Vou orar para que assim como eu, todas as pessoas portadoras da cegueira consigam clarear.
Sabe quanto vale?
Nada nesse mundo.
Em São Paulo terra de arranha céu, a garoa rasga carne e lá
sou torre de babel. Como eu disse tudo se resume a uma brisa. Queria eu definir
tais brisas, porém, nem sempre. Nem nunca.
Se eu brisei foi por haver cores pra tal, e amei as
combinações. E saiba que nem sou dessas.
Mas bastavam as arritmias que me deixaram boba pra eu dizer
pro neném que eu a desejo. E o jeito único de me dizer que quer a gente, nem
que fosse, ou seja só naquele momento. Meu coração, digo, o órgão mesmo, bateu
mais forte, e meus olhos pediam você.
Nada, pra mim, é simples e você me dá a mesma sensação. Mas
mesmo assim, desfaz esse abismo e me deixe entrar??!! Mostro-te o que sei com
toda sua pureza. Mesmo que muitas coisas tenham me ferido os olhos, quero ver
tuas cores de novo e de novo.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Pretéritos do amor.
Como eu queria que pudesse ser mais.
Queria que ela pudesse enxergar que é muito mais.
Que o fato d'eu andar com um papel dentro da carteira é muito mais.
Queria que ela pudesse entender que eu entendi.
Na realidade eu estou feliz por ter enxergado. Sozinha, pra mim.
Não sou mais uma cega nesse sentido. Sei que é além
Quantas vezes ela me disse: ' você é bonita demais pra mim'... Ou então ' todo mundo acha que você merece um pessoa mais bonita'.
'Qual é a diferença, amor?'
Quando eu saiu na rua e vejo outras pessoas bonitas, ou até mesmo quando beijo outra pessoa, tento ter outra pessoa... A beleza alheia é só paisagem, o resto do mundo é incomparável a seus lindos olhos tristes.
Não sei se ela sabe, mas me sinto mil vezes mais linda quando ela me chama de linda. Me sinto mil vezes mais dela toda vez que ela me aperta forte e me chama de ' minha neguinha'.
Não sei, também, se ela percebeu que é só pra ela que eu me dei assim, que é a primeira vez. Primeira vez que eu amo.
Quão complicado é, quão complicado foi e ainda será esse amor.
Somos a prova de que o amor não é bonito. Não só isso.
Sou a prova de que reciprocidade é uma coisa relativa. E infelizmente aquela frase estava certa.
Uma hora vai acontecer, e eu não estarei mais onde estou.
Arrancada do lugar que juro que é meu.
No momento me encontro sentada no meio fio mas ainda me vejo aqui, e ela também me vê. Mas uma hora os bandos se perdem de vista nesse céu infinito.
Ao invés de falar no futuro, passarei a conjugar mais pretéritos.
Espero que eu nunca me permita diminuir um milímetro dessas flores em forma de alfabeto que juntos pra falar dela. Porque será injusto pra quem hoje sou, e à quem hoje amo.
Queria que ela pudesse enxergar que é muito mais.
Que o fato d'eu andar com um papel dentro da carteira é muito mais.
Queria que ela pudesse entender que eu entendi.
Na realidade eu estou feliz por ter enxergado. Sozinha, pra mim.
Não sou mais uma cega nesse sentido. Sei que é além
Quantas vezes ela me disse: ' você é bonita demais pra mim'... Ou então ' todo mundo acha que você merece um pessoa mais bonita'.
'Qual é a diferença, amor?'
Quando eu saiu na rua e vejo outras pessoas bonitas, ou até mesmo quando beijo outra pessoa, tento ter outra pessoa... A beleza alheia é só paisagem, o resto do mundo é incomparável a seus lindos olhos tristes.
Não sei se ela sabe, mas me sinto mil vezes mais linda quando ela me chama de linda. Me sinto mil vezes mais dela toda vez que ela me aperta forte e me chama de ' minha neguinha'.
Não sei, também, se ela percebeu que é só pra ela que eu me dei assim, que é a primeira vez. Primeira vez que eu amo.
Quão complicado é, quão complicado foi e ainda será esse amor.
Somos a prova de que o amor não é bonito. Não só isso.
Sou a prova de que reciprocidade é uma coisa relativa. E infelizmente aquela frase estava certa.
Uma hora vai acontecer, e eu não estarei mais onde estou.
Arrancada do lugar que juro que é meu.
No momento me encontro sentada no meio fio mas ainda me vejo aqui, e ela também me vê. Mas uma hora os bandos se perdem de vista nesse céu infinito.
Ao invés de falar no futuro, passarei a conjugar mais pretéritos.
Espero que eu nunca me permita diminuir um milímetro dessas flores em forma de alfabeto que juntos pra falar dela. Porque será injusto pra quem hoje sou, e à quem hoje amo.
Terça
Me faz tanta falta um olhar seu. Aquele olhar que você lembrou ontem quando falávamos de nosso passado.
Que saudade, menina.
Saudade de dizer que você é a coisa mais linda que estava me acontecendo, sabendo que ainda tinha muita coisa por vir.
Como me dói, menina.
Dói mais saber da ausência de um futuro do que lembrar do passado.
Querem diria, neném.
Que de tanto 'amor' seríamos isso hoje.
Sei que hoje essa brisa é só minha.
Mas é que eu queria que aquele encontro fosse os de todos os momento.
Que o meu cheiro fincasse em você pra sempre.
É que eu realmente te amo.
E eu menti.
Todos os pedidos eram verdadeiros.
Seria um inferno maravilhoso te ver acordando todos os dias.
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Assinar:
Comentários (Atom)



