quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Nostalgia escolar



Hoje tive que ir até minhas escola, fazer a rematricula. O que, aliás, foi bem agonizante.
Mas enfim, só consequências.
Comecei a ter uma certa retrospectiva da minha vida escolar, desde dos primórdios.
Me lembei, com certa dificuldade do meu primeiro dia de aula da primeira serie. De'u chorando como um bezerro (como minha mãe disse).
Como mal lembrava dessa época, revolvi pular para o primeiro dia de aula da minha atual escola... E.E São paulo. Bom... me lembro que eu era bem pequena, e que usava um cabelo com trancinhas. Normalmente minha mãe fazia seis rabinho, com  duas tranças em cada um.
Foi incrivelmente emocionante a ideia de ter mais de dois professores;
Adorava minhas aulas de português com a Professora Cleonice, mais conhecida como Cleodiabo.
Adorava minhas aulas de inglês, mas como nunca tinha o caderno em ordem, só tirava nota vermelha. Nunca gostei do meu professor de história, que inclusive me deu aula no ano passado.
Enfim... dentre todas que eu gostava, a de português era a que eu mais gostava, e queria ser professora.
Lembro que em uma aula sobre pontoação, minha professora passou o seguinte texto, no qual finalizei minha viagem:

O Testamento
Um homem rico, sem filhos, sentindo-se morrer, pediu papel e caneta e escreveu
assim: “Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do
mecânico nada aos pobres.”
Não teve tempo de pontuar – morreu.
Eram quatro concorrentes. Chegou o sobrinho e fez estas pontuações num cópia
do bilhete: “Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a
conta do mecânico. Nada aos pobres.”
A irmã do morto chegou em seguida com outra cópia do testamento e pontuou
assim: “Deixo meus à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do
mecânico. Nada aos pobres.”
Apareceu o mecânico, pediu uma cópia do original e fez estas pontuações: Deixo
meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do mecânico.
Nada aos pobres.”
Um juiz estudava o caso, quando chegaram os pobres da cidade. Um deles, mais
sabido, tomou outra cópia do testamento e pontuou deste modo: “Deixo meus bens à
minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do mecânico? Nada! Aos
pobres!”


Nenhum comentário:

Postar um comentário