sábado, 15 de fevereiro de 2014

Me pegue de surpresa... por trás.
Me beije.
Me morda.
Me aperte.
Me agarre!
Talvez eu goste quando seus lábios percorrem meu corpo. Ou quando me arranca a roupa. Quando eu não faço isso por você, né.
Quero deixar marcas em cima das que eu já te deixei!
Vamos pra cama.
Tirando tudo...

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014


 Não consegue mexer nesse seu rádio ultimo lançamento sem pedir socorro,  mas ainda assim não vê que os tempos são outros. Que o mundo ta novo e você está velho.
O triste é que eu sei que vai morrer assim.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

$$

Quanto é que nos vale as coisas do mundo?
Um sorriso ou uma lágrima?
Uma vida, um carinho, uma ajuda?
Aqueles olhos nunca sairão da minha memória. Aqueles olhos que me diziam que eu era menos que as moedas do dia a dia.
Nunca ei de me esquece de um dia que eu precisei de ajuda e isso aconteceu.
Não por rancor, nem por nada disso. É pra eu nunca esquecer que uma  ajuda sempre é preciso. Nunca mata. Aliás, sempre se torna uma vida. É preciso ajudar.
Se caso as coisas 'melhorarem' nesse sentido, esse dia, esse horário: às 02:33h, nunca há de ser em vão.
Ajudar, quando não se tem nada a perder. Ajudar quando se tem a perder, porque NUNCA uma ajuda resultará em uma perda.
Mas me vem em mente, aquele que se levantou e, sem motivo, disse que estava ali. Nunca mais vou vê-lo, e nem reconhece-lo. Mas reconheço, de todo coração o que foi feito. E já está feito! Sou eternamente grata.
Espero que ele saiba que jamais foi feito por mim. E que tudo retorna na mesma forma que o coração entende.
Eu sei... EU SEI! Vou passar pelo dinheiro todos os dias. Vou me deparar com as merdas de seus rastros todos os dias. Vou odiá-lo todos os dias. Mas a minha felicidade, ao contrário do cara com olhos mais maus que eu já vi, é saber disso. É ver isso.
Vou orar para que assim como eu, todas as pessoas portadoras da cegueira consigam clarear.


Sabe quanto vale?
Nada nesse mundo.

Em São Paulo terra de arranha céu, a garoa rasga carne e lá sou torre de babel. Como eu disse tudo se resume a uma brisa. Queria eu definir tais brisas, porém, nem sempre. Nem nunca.
Se eu brisei foi por haver cores pra tal, e amei as combinações. E saiba que nem sou dessas.
Mas bastavam as arritmias que me deixaram boba pra eu dizer pro neném que eu a desejo. E o jeito único de me dizer que quer a gente, nem que fosse, ou seja só naquele momento. Meu coração, digo, o órgão mesmo, bateu mais forte, e meus olhos pediam você.

Nada, pra mim, é simples e você me dá a mesma sensação. Mas mesmo assim, desfaz esse abismo e me deixe entrar??!! Mostro-te o que sei com toda sua pureza. Mesmo que muitas coisas tenham me ferido os olhos, quero ver tuas cores de novo e de novo.