domingo, 30 de junho de 2013
Por que eu choro?
São tantas coisas...
Todas fracas nos contornos das palavras, mas tão fortes em mim como as batidas do meu pequeno coração.
Essas lágrimas que caem agora, nesse momento, são por amor. Amor que eu não sei fazer direito.
Nas curvas que eu vejo do amor na ideia, mas nunca soube sentir. Dos perfumes gostosos do amor que eu sinto na ideia, mas nunca tive olfato na vida. Dos toques que não acho possíveis.
São águas do corpo que saem porque me condeno por não saber fazer sentir o amor.
São tantas coisas...
Todas fracas nos contornos das palavras, mas tão fortes em mim como as batidas do meu pequeno coração.
Essas lágrimas que caem agora, nesse momento, são por amor. Amor que eu não sei fazer direito.
Nas curvas que eu vejo do amor na ideia, mas nunca soube sentir. Dos perfumes gostosos do amor que eu sinto na ideia, mas nunca tive olfato na vida. Dos toques que não acho possíveis.
São águas do corpo que saem porque me condeno por não saber fazer sentir o amor.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Soulmates Never Die
Não, eu não vou alimentar mentiras! Não aqui, não pra mim.
Sei que não sei o que vai ser da minha vida se realmente as coisas sucederem como eu fiz por onde ser.
Nunca menti pra ela. Ela é parte de mim, sim.
Podia colocar vários poréns aqui, mas isso só vai passar a imagem de ' uma desculpa' pra não estar dando mais certo.
Podia colocar vários motivos, mas nada separa algo de dentro, a não ser o próprio dentro.
A verdade, a mais verdadeira, é que as coisas só estavam caminhando para o fim, desde o dia em que uma disse ' eu sei pensar sozinha'. Desde então as opiniões sobre a vida foram tomando formas e tamanhos diferentes. E isso só acontece porque não somos o mesmo corpo.
Mas ela é minha e corpo dela é meu. Pelo menos aqui por dentro. Mas eu não mando na minha menina e não posso priva-la dos pensamentos dela. E por isso não estamos mais juntas.
Desde quando?
Não sei ao certo quando tudo isso começou a acabar. Mas sei que teve um tempo, que não é de agora, que nada foi de uma vez.
Sei que ela me ama e que eu a fiz chora. E também chorei lágrimas que não caíram. E que se depender de como eu venho levando a vida, elas vão ficar por aqui mesmo.
Inclusive, esse foi um grande problema pra nós... o jeito que eu venho levando a vida.
Que jeito é? Eu não sei.
Só to vivendo, sem me concentrar nas pilhas da cabeça. E foi ela que me disse pra fazer assim.
Acho que as pilhas, ou melhor, as coisas que me faziam esquecer as pilhas nos mantinham juntas. E sem pilha, sem distração, sem juntas.
Não digo que não estou triste, mas digo que não quero ficar. Por orgulho, também.
Pensei em várias maneiras de levar a vida em comum sem termos uma união em comum, mas eu sinceramente não consigo nem imaginar qual vai ser a postura de ambas ao se depararem com o que criaram juntas e não podem largar.
Dói, eu sinto muita dor. Sinto muito a dor. E sinto muito por essa dor.
E essa dor fica cada vez mais forte
Essa dor quase me mata quando lembro dela
Sei que não sei o que vai ser da minha vida se realmente as coisas sucederem como eu fiz por onde ser.
Nunca menti pra ela. Ela é parte de mim, sim.
Podia colocar vários poréns aqui, mas isso só vai passar a imagem de ' uma desculpa' pra não estar dando mais certo.
Podia colocar vários motivos, mas nada separa algo de dentro, a não ser o próprio dentro.
A verdade, a mais verdadeira, é que as coisas só estavam caminhando para o fim, desde o dia em que uma disse ' eu sei pensar sozinha'. Desde então as opiniões sobre a vida foram tomando formas e tamanhos diferentes. E isso só acontece porque não somos o mesmo corpo.
Mas ela é minha e corpo dela é meu. Pelo menos aqui por dentro. Mas eu não mando na minha menina e não posso priva-la dos pensamentos dela. E por isso não estamos mais juntas.
Desde quando?
Não sei ao certo quando tudo isso começou a acabar. Mas sei que teve um tempo, que não é de agora, que nada foi de uma vez.
Sei que ela me ama e que eu a fiz chora. E também chorei lágrimas que não caíram. E que se depender de como eu venho levando a vida, elas vão ficar por aqui mesmo.
Inclusive, esse foi um grande problema pra nós... o jeito que eu venho levando a vida.
Que jeito é? Eu não sei.
Só to vivendo, sem me concentrar nas pilhas da cabeça. E foi ela que me disse pra fazer assim.
Acho que as pilhas, ou melhor, as coisas que me faziam esquecer as pilhas nos mantinham juntas. E sem pilha, sem distração, sem juntas.
Não digo que não estou triste, mas digo que não quero ficar. Por orgulho, também.
Pensei em várias maneiras de levar a vida em comum sem termos uma união em comum, mas eu sinceramente não consigo nem imaginar qual vai ser a postura de ambas ao se depararem com o que criaram juntas e não podem largar.
Dói, eu sinto muita dor. Sinto muito a dor. E sinto muito por essa dor.
E essa dor fica cada vez mais forte
Essa dor quase me mata quando lembro dela
Essa dor vai me matar quando, depois de tudo, formos apenas duas estranhas com algumas memórias em comum.
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