E quando será que a lucidez que era pra estar aqui vai aparecer?
Você vê mas, mesmo assim não crê.
Você sabe, mas mesmo assim não admite.
Você pensa, mas mesmo assim não faz.
Você vê o certo, mas mesmo assim não vai.
Qual é o sentido de se estar no meio de um amor verdadeiro?
Bom, não sei ao certo a dimensão da grandiosidade que pode ser esse amor que vejo. Mas ele existe, eu sei. Não sei se quero acabar com isso por causa do meu sentimento, que eu sei com é, e, hoje, não nomearia.
Não faz sentido para mim. Isso é o que menos faz sentido para mim, afinal eu não sou o motivo pelo qual eles se machucam desta forma. Mas qual o motivo forte o suficiente para fosse contido algo como este?
Até agora foram três interrogações das 21813618942732.... que estão dentro de mim, só em relação a isso.
Bom, eu sei que tenho que acordar e dar, maybe, um fim nessa minha monomania masoquista. Mas não sei acordar desse meu sonho. Acho que estou esperando esse meu despertar natural.
Mas me diz por que ela faz isso? Porque ela não me 'acorda'?
Ela podia, hoje, me dizer a verdade e me tirar essas esperanças que eu tenho de que tudo isso tudo seja por mim. Afinal ela sabe que isso não é possível. Eu também sei, mas eu acredito.
"Agora vivo assim, e é com você que eu quero, e vou ficar. Mas nunca estive aqui e nunca vou sair de la. Dela.
Hoje meus rótulos dizem que sou feita de você, mas minha composição nunca me enganará. Pois sou feita disso e isso eu vejo, sinto e sei que sou. Porque eu SOU!"
Só ouço esses gritos. Mas só quero ouvir que , hoje, é feita de mim.
quinta-feira, 18 de abril de 2013
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Os três
O dia anterior foi bom.
A noite foi quente. Não saiu exatamente como queríamos, mas foi boa como imaginamos que seria.
E a manhã... que bom que ela me levou com ela.
A tarde, foi junta. Mais precisamente, foi de conchinha. Assistindo uma filme ruim-bonzinho.
"Os três", o caso dramático de um triangulo amoroso.
O filme me fez pensar em uma situação que estava na cabeça. E me fez pensar em uma coisa que talvez fosse legal de se construir.
Mas principalmente, me fez gostar ainda mais da ideia de estar amando.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Nostalgia escolar
Hoje tive que ir até minhas escola, fazer a rematricula. O que, aliás, foi bem agonizante.
Mas enfim, só consequências.
Comecei a ter uma certa retrospectiva da minha vida escolar, desde dos primórdios.
Me lembei, com certa dificuldade do meu primeiro dia de aula da primeira serie. De'u chorando como um bezerro (como minha mãe disse).
Como mal lembrava dessa época, revolvi pular para o primeiro dia de aula da minha atual escola... E.E São paulo. Bom... me lembro que eu era bem pequena, e que usava um cabelo com trancinhas. Normalmente minha mãe fazia seis rabinho, com duas tranças em cada um.
Foi incrivelmente emocionante a ideia de ter mais de dois professores;
Adorava minhas aulas de português com a Professora Cleonice, mais conhecida como Cleodiabo.
Adorava minhas aulas de inglês, mas como nunca tinha o caderno em ordem, só tirava nota vermelha. Nunca gostei do meu professor de história, que inclusive me deu aula no ano passado.
Enfim... dentre todas que eu gostava, a de português era a que eu mais gostava, e queria ser professora.
Lembro que em uma aula sobre pontoação, minha professora passou o seguinte texto, no qual finalizei minha viagem:
O Testamento
Um homem rico, sem filhos, sentindo-se morrer, pediu papel e caneta e escreveu
assim: “Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do
mecânico nada aos pobres.”
Não teve tempo de pontuar – morreu.
Eram quatro concorrentes. Chegou o sobrinho e fez estas pontuações num cópia
do bilhete: “Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a
conta do mecânico. Nada aos pobres.”
A irmã do morto chegou em seguida com outra cópia do testamento e pontuou
assim: “Deixo meus à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do
mecânico. Nada aos pobres.”
Apareceu o mecânico, pediu uma cópia do original e fez estas pontuações: Deixo
meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do mecânico.
Nada aos pobres.”
Um juiz estudava o caso, quando chegaram os pobres da cidade. Um deles, mais
sabido, tomou outra cópia do testamento e pontuou deste modo: “Deixo meus bens à
minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do mecânico? Nada! Aos
pobres!”
Como sempre...
Você chegou disposta a discutir, mas ela chegou disposta a fazer as pazes. Você se fez de difícil, e ela se fez de romântica. Ela disse que não vive sem você, e você acreditou. E no fim, nem ela nem você tiveram coragem de falar sobre o que realmente estava acontecendo.
E nada, foi resolvido.
E nada, foi resolvido.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Baby
Não, não são recaídas de monomania.
É que eu achei dentro da bagunça do meu computador.
É que eu achei dentro da bagunça do meu computador.
Que saudades de vc ser assim, meu bebe.
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